"... É justamente a possibilidade de realizar um sonho, que torna a vida interessante..."
Paulo Coelho
Jamais direi o
Último sonho.
Sussurro à brisa
Tantas dores e lágrimas,
Apenas para ter atenção,
Menos por motivos sinceros.
Enquanto isso, os sonhos se vão,
Não voltam mais,
Talvez, passaram em vãos
Esquecidos num canto qualquer do coração.
Apesar disso, sou quem sou...
Procuro manter a linha
Onde chegarei mais rápido ao objetivo.
Sempre em frente,
Sempre sorrindo,
Incansável procura,
Batalha dentro do peito,
Inevitável conflito
Levado às últimas consequências
Indo ao encontro
Dos sonhos de menino.
Ando contra ventos e temporais
Duvidando apenas de tudo o que acredito,
Enquanto muitos seguem com um riso, mas, sem brilho.
De repente, um muro...
Escalá-lo?
Recuo e contorno o obstáculo, mas, não fujo.
Escoreações? Não, não me afetam.
Andando, vou sem pressa, mas, chegar,
Levando à sério
Incertas Certezas,
Zombando dos valores
Antes impostos a mim,
Rio deles, afinal, a
Única certeza constante, é a
Mudança.
Simplesmente não paro,
Outro sonho eu crio, mas
Não esqueci o anterior,
Heis, que um novo desafio se iniciou,
Onde descansarei não sei, que bom...
Queria que todos soubessem que
Um dia chorei
Enquanto um sonho morria.
Todos os sonhos tendem a morrer.
Onde se questiona como viver, enquanto,
Rondando o quarto a noite,
Novamente a cruel realidade está
Acariciando os sonhos para depois matá-los.
Acordo do sono, mas, não desperto do sonho.
Vivo um sonho a cada instante,
Impossível controlar o anseio.
De nada adiantaria lhe explicar a importância,
Apenas, quebraria o silêncio entre nós...
Inevitável,
Notável,
Talvez... Impossível,
Eternamente distante,
Relativamente próximo,
Equivalente,
Sereno,
Surpreendente.
Acaso,
Natural,
Trágico.
E lá se foi, apenas, mais um sonho...





